A marca de refrigerantes Dolly passando por maus bocados. O Conar, conselho responsável pela publicidade no Brasil, proibiu que uma de suas principais propagandas seja exibida na TV. O comercial em questão é relacionado á Páscoa, que já era veiculado há dez anos. Depois desse tempo todo, o Conselho Regional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) decidiu proibir que o conteúdo fique no ar.
Os advogados da empresa não entendem o motivo que levou a essa decisão, especialmente porque tudo foi julgado de portas fechadas, o que causou bastante desconforto para a empresa.
No comercial com o tema páscoa, as crianças estão vestidas de coelho e abraçam a garrafa de refrigerante Dolly.
O comercial já se tornou muito famosos nesta época do ano. No entanto, depois de uma década sendo exibido ele foi considerado muito abusivo ao público infantil.
O comercial é um dos muitos que é famoso por ser considerado tosco pelo excesso de simplicidade. Depois de uma década, ele foi considerado muito abusivo ao público infantil. O caso acabou sendo repercutindo nesta quinta-feira (21) através do site Natelinha, que conversou com os advogados da marca de refrigerantes. O advogado Luciano Godoy diz que não questiona o direito do Conar em proibir a propaganda, mas sim o fato do julgamento não poder contar com os defensores da Dolly e, ter sido feito de portas fechadas.
De acordo com algumas informações sobre o julgamento, a boa fé das crianças não pode ser explorada em comerciais; Conar viu comercial da Dolly como abusivo, que por sua vez
diz que a inocência das crianças seria utilizada na campanha publicitária e que ela mostraria uma venda irregular envolvendo os menores.
diz que a inocência das crianças seria utilizada na campanha publicitária e que ela mostraria uma venda irregular envolvendo os menores.
O órgão afirma que não é proibido o uso de crianças em comerciais, mas que nesse caso as crianças estariam incitando algo errado, que seria corromper a boa fé de outros menores.
A empresa Dolly também alega que não ficou sabendo da proibição do comercial por terceiros e que não participou do julgamento em questão. O juiz Marcelo Augusto Oliveira, da 41ª Vara Cível de São Paulo, determinou agora que o órgão faça um novo julgamento, mas dessa vez esse deve acontecer de portas abertas e com a presença dos defensores da marca de refrigerantes.

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