Recém-nascida doente morre após mãe recusar tratamento dizendo que ‘Deus não comete erros’


Uma mãe ignorou a advertência de uma parteira de que seu bebê recém-nascido poderia morrer e se recusou a procurar tratamento para seu filho por motivos religiosos. Segundo os relatórios, Rachel Joy Piland, de Michigan, nos Estados Unidos, disse à parteira que "Deus não comete erros". As informações são do Independent.


Dois dias após o nascimento, a bebê morreu por hiperbilirrubinemia neonatal, de acordo com uma autópsia de um examinador médico. A condição está ligada à icterícia - a pele amarelada que é comum em recém-nascidos e que pode resolver se sozinha, mas que requer um acompanhamento médico.

"Ele [o médico legista] disse que se tratasse, provavelmente ela teria vivido", disse o policial Peter Scaccia, que acompanhou o caso.

A mãe da bebê, de 30 anos, e seu marido, Joshua Barry Piland, de 36, foram acusados de homicídio involuntário - uma acusação que leva a até 15 anos de prisão.
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